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Internet Exchange

No Maranhão: provedores de acesso à Internet se encontrarão para articular ponto de troca de tráfego

O estado do Maranhão terá a oportunidade de articular a instalação de um Internet Exchange, ou um ponto de troca de tráfego, para a região. Atualmente, existem 26 Internet Exchange, (pontos de troca de tráfego) no Brasil e 16 localidades estão em estudo. A reunião será dia 18 de novembro, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema).

O encontro será durante o Road Show – Infraestrutura da Internet, que irá debater diversos tópicos relativos à estrutura física da rede. É uma promoção da Associação Nacional para Inclusão Digotal (Anid) com apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o Governo do Estado do Maranhão e a Fapema. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo www.anid.org.br/eventos.

Troca de tráfego mais eficiente

O Ponto de Troca de Tráfego (PTT) é um local onde muitas organizações podem se interligar e trocar o tráfego localmente, sem que o conteúdo tenha que ser buscado em um servidor distante.

"Os PTTs funcionam como 'entroncamentos', onde os provedores de conteúdo o disponibilizam para ser acessado pelos provedores de acesso, para que, assim, os dados trafegados possam fluir mais rápido e de forma mais eficiente, garantindo um melhor serviço aos usuários finais. Essa estrutura permite diminuir o tempo de acesso ao conteúdo desejado", explicou o responsável pelo relacionamento com o associado da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid), Marcelo Félix. "Essa comunicação se dá através de um mesmo protocolo (linguagem)​ deI , chamado IP Protocol, e todos os participantes de um PTT utilizam dessa linguagem comum", completou.

"O PTT é um ponto neutro que, se a minha operadora estiver ligada a ele, mais perto eu estou do conteúdo. Se eu mando um e-mail para um vizinho, meu e-mail vai até o Rio de Janeiro ou até Miami, por exemplo, e volta. É tudo muito rápido, nem percebemos, mas com o PTT, como o que existe em Campina Grande (PB) o caminho é extremamente mais rápido, porque é mais curto", finalizou o presidente da Anid, Percival Henriques.